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1856 - Dois ingleses, Healey e Allen obtiveram uma patente para o primeiro uso conhecido de papelão ondulado. O papel foi alimentado um a um, em uma máquina de mão simples, feita de 2 rolos corrugados. O resultado foi um papel corrugado e agradável que foi aplicado no forro de chapéus.
1871 - O primeiro uso de papelão ondulado para empacotar foi por um homem americano, Albert L. Jones, que obteve uma patente para o uso do papelão ondulado para embrulhar artigos frágeis como garrafas.
1874 - Novamente nos Estados Unidos, Olivier Long patenteou o conceito de unir uma folha lisa a um papel corrugado, para fortalecê-lo.
1881 - Alguns fabricantes dos EUA acreditavam que o papelão ondulado fosse um novo conceito para embalar. Eles concentraram esforços para desenvolver um novo maquinário. Thompson, com a companhia de Norris, criou a primeira máquina para a fabricação do papelão face-simples e apresentou para os Europeus.
1895 - Os europeus produziram suas máquinas de produção de papelão ondulado a nível empresarial. A primeira onduladeira foi desenvolvida por Jefferson T. Ferres, da Sefton Cia. Industrial.
1903 - Um produtor de cereais usou pela primeira vez uma caixa de papelão ondulado em parede simples (capa/miolo/capa), conseguindo a aprovação oficial deste tipo de embalagem de transporte.
1935 - A primeira fábrica de papelão ondulado do Brasil foi constituída pelos Srs. João Costa e Ribeiro, que introduziram no nosso mercado o ondulado parede simples, até então importado da Alemanha. A produção de embalagens de papelão ondulado mostrou um rápido crescimento, acompanhando a Revolução Industrial e respondendo à pronta demanda por mais embalagens de transporte, caminhando paralelamente às atividades econômicas.
1952 - Foi constituída a FEFCO - European Federation of Corrugated Board Manufacturers.
1974 - Foi fundada a ABPO - Associação Brasileira do Papelão Ondulado. No seu primeiro Anuário Estatístico, a ABPO apontava que a produção de papelão ondulado no Brasil havia crescido de 220 mil toneladas, em 1970, para 500 mil toneladas, em 1974.
Um século de Inovações
A produção de embalagens de papelão tem mostrado enorme crescimento. Acompanhou a revolução industrial e vem atendendo à demanda fixa por mais embalagens de transporte, fazendo a produção de papelão ondulado seguir a atividade econômica de perto. Hoje, adapta-se à evolução constante do comércio de varejo e suas constantes exigências de logísticas variáveis. No fim do século XIX aconteceram muitas mudanças e um progresso notável na melhoria das matérias-primas, nos equipamentos, nos processos de produção, e nas técnicas das impressão nas embalagens de papelão. Alguns exemplos são listados abaixo:
• O número de "qualidades" de papel para a produção de papelão ondulado está aumentando continuamente;
• A velocidade de produção aumentou significativamente com a melhoria do equipamento;
• O uso do computador revolucionou a indústria possibilitando produções contínuas, evitando-se as paradas de máquina, eliminando um impacto considerável em relação à produtividade. Vale lembrar que a era da tecnologia da informação ainda está em seu início somente;
• Na última década, as novas técnicas de impressão trouxeram consideráveis mudanças. A embalagem de papelão ondulado tem várias funções, como de logística e comercialização. O uso de códigos de barra para identificação de produtos fez-se necessária as melhorias na qualidade gráfica das embalagens de papelão, assim, com ondas pequenas e papel de qualidade, conseguiu-se boas impressões, as quais vem sendo utilizadas para causar impacto junto ao consumidor final.
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